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25 – Abril de 2001


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Na década de 1970, era sucesso garantido: maior comediante, produtor e diretor do cinema brasileiro. Nascido a 9 de abril de 1922 em São Paulo, foi morar em Taubaté. Não quis estudar. Preferiu vender pirulitos no circo. Conheceu o faquir Ferry e com ele viajou pelo País. No circo, percebeu que o público preferia ouvi-lo contando piadas.

Montou um elenco teatral e, em 1940, levou para Jundiaí seu Teatro de Emergência. Conseguiu um contrato de três meses no programa Rancho Alegre da Rádio Tupi. Sucesso. O contrato foi estendido para sete anos e, em seguida, estreou na Tv Tupi de São Paulo. Abílio Pereira de Almeida, produtor e diretor da Companhia Cinematográfica Vera Cruz, procurava um talento para estrelar uma comédia. Contratou o jovem para Sai da Frente (1952).

Depois do oitavo filme, decidiu ser ator principal, produtor, diretor e distribuidor de seus filmes. Vendeu carros, terrenos, usou economias bancárias. Em 1958 lança Chofer de Praça, inaugurando sua produtora, a PAM Filmes. Dizia que se interessava em produzir “filmes para o povo, de maneira que este saísse satisfeito do cinema”. Com o tipo jeca, caipira de fala mole, tímido, mas cheio de malícia, arrastou multidões aos cinemas.

Lançou um filme por ano. Sempre em 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo. Ficou milionário. Paralelamente, produzia leite – foi um dos maiores fornecedores da empresa Leites Paulistas. Solitário, não casou, mas teve um filho adotivo, Péricles. Fez 32 filmes. O último, Jeca e a Égua Milagrosa (1980). Morreu, em 1981, aos 69 anos. O local onde funcionava a PAM Filmes, em Taubaté, foi vendido e transformado em hotel, que leva seu nome.


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