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Ciência
Uma estrela sul-americana E-mail
Escrito por Mylton Severiano e Kátia Reinisch   
Desde o tempo das caravelas o guapuruvu fascinava navegantes com seu amarelo-ouro avistado do Atlântico. De fácil manejo, rápido crescimento, serve para reflorestar matas devastadas. Quase extinto no Sul, recuperou-se e virou árvore-símbolo de Florianópolis.
 
Símbolo do eterno renascer parte 2 E-mail
Escrito por Mylton Severiano e Kátia Reinisch   
A humanidade o conhece como alimento desde épocas remotas, mas muitas outras aplicações vêm sendo descobertas. Conheça o casal que montou loja há um ano e já teme não dar conta da crescente procura. E aprenda a fazer uma delícia italiana: funghi trifolati.
 
Símbolo do eterno renascer parte 1 E-mail
Escrito por Mylton Severiano e Kátia Reinisch   
Vários povos o veem como sinal da regeneração da vida. Promissor coadjuvante na cura de câncer, na limpeza de águas poluídas, e na descoberta de novas iguarias: já provou uma torta de chocolate puxada no cogumelo e coberta com filetes de hiratake seco?
 
Com elas ninguém pode E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
Elas impressionaram Marilyn Monroe e salvaram aventureiros viajantes. Podem ser usadas em remédios ou mandingas. Entre banhos, chás e amuletos, conheça o valor, histórias e curiosidades das plantas desta terra.
 
Que reino é esse? E-mail
Escrito por Mylton Severiano e Kátia Reinisch   
Eles vêm chamando atenção da ciência pela quantidade de substâncias benéficas que contêm – de valor alimentício e medicinal. E vão ajudar a matar a fome da humanidade com deliciosas iguarias. Que tal o cogumelo juba-de-leão, que tem sabor de lagosta?
 
Campeã no campo dos cereais E-mail
Escrito por Mylton Severiano e Katia Reinisch   
Alto valor nutritivo. Gera força e energia. Estimula o cérebro. Acalma os nervos. Combate anemia, depressão, esgotamento físico e mental. Protege o coração. Ajuda a emagrecer. Traz longevidade. E ainda nos brinda com um delicioso começo de dia.
 
Belezura da casa E-mail
Escrito por Mylton Severiano e Katia Reinisch   

Delicada, mimosa, de variadas cores, encanta qualquer um. Para acolher a violeta, basta uma varanda, a prateleira num corredor iluminado, um peitoril. Ela faz parte do rol das “plantas de interior”. E há quem converse com elas como se fossem gente.

 
Maravilha convive com defuntos de 10 mil anos E-mail
Escrito por Marcelo Cabral, de Maceió (AL) - OVERMUNDO   
28 de abril - dia da caatinga
 
Professor montou observatório astronômico em cima de casa E-mail
Escrito por Laís Duarte   

15 de março - dia da escola

 
Dádiva tropical E-mail
Escrito por Mylton Severiano e Kátia Reinisch   
Os índios lhe davam fins alimentares e medicinais que só séculos mais tarde a “ciência” comprovaria. É gostoso. Refresca. Rejuvenesce. Muito digestivo, graças à papaína, que digere em instantes 200 vezes seu peso em proteínas. E nutre sem engordar.
 
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