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Antes de ser avenida Atlântica era só calçadão E-mail
Escrito por Danilo Ribeiro Gallucci   

Às margens da praia de Copacabana, a avenida foi entregue com quatro metros e largura para 153 carros.

No discurso de posse, em 1902, o presidente Rodrigues Alves alerta: o Rio de Janeiro, Capital Federal, tem de mudar. O prefeito Pereira Passos não se faz de rogado. Com os 990 contos de réis fornecidos pelo governo, constrói avenidas por toda a cidade. Bane veículos puxados a tração animal, estábulos, criadouros e hortas. Acender fogueiras; soltar pipas e balões; urinar e cuspir no chão, nem pensar.

Concebida em 1904 como via de serviço, a Avenida Atlântica, em Copacabana, só começa a ser viabilizada no final de 1905. Um ano depois, parte dela é entregue à população. Tinha apenas quatro metros de largura. Nem poderia ser diferente, a cidade contava 153 automóveis. A via era destinada apenas a pedestres.

Em 25 de outubro de 1908, as obras finalmente são encerradas. Estava pronta a avenida que margeia a praia mais famosa da Cidade Maravilhosa.
 

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