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Mary cansou do aperto e aliviou-se com o amigo do peito E-mail
Escrito por Luiz Henrique Gurgel   

Veja aqui a história do sutiã.

Na Antiguidade, as romanas usavam strophium ou mamillare, faixas amarradas às costas para suspender os seios. Na Idade Média, bem apertadas, envolviam o tronco. No século 17 surge o espartilho. Usá-lo era o problema. A mulher deitava de bruços e pedia ajuda à mãe, marido, criada ou amante, que lhe punha um pé sobre as costas e puxava com força os cordões. A mulher podia não respirar direito, desmaiar, ficar pálida. Tudo pelo visual: seios empinados, saltando do vestido, cintura de pilão.

Em 1889, a francesa Herminie Cadolle cortou um corpete e criou o primeiro sutiã. A americana Mary Jacob, cansada do aperto, criou peça levíssima, apenas dois lenços de seda costurados a um pedaço de fita cor-de-rosa, presos a um cordão amarrado às costas. As amigas adoraram, e Mary registrou patente em 1º de novembro de 1914. Não eram exibidos. Nos catálogos nada de fotos, só desenhos. Foram queimados em praça pública na década de 1960, símbolo de opressão. No Brasil, o primeiro outdoor de sutiã é de 1970, close de um busto generoso. Parava o trânsito.
 

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