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Com graça, Maria Esther deu primeiro grand slam ao Brasil E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   

Sob os olhares da família real, a desconhecida tenista brasileira de 19 anos impôs seu jogo.

Saia curta, cabelos impecáveis, olhar decidido. A paulistana Maria Esther Bueno pisou sem medo na quadra central de Wimbledon, em 4 de julho de 1959, para disputar a final no palco mais importante do tênis mundial. A adversária era a norte-americana Darlene Hard, favorita absoluta.

Sob os olhares da família real, a desconhecida tenista brasileira de 19 anos impôs seu jogo, ganhando por dois sets a zero. Mas não comemorou de imediato. Preferiu cumprimentar serenamente a adversária. Logo depois, porém, chorou copiosamente, sob os aplausos da torcida londrina.

Era o primeiro de três títulos que conquistaria individualmente no torneio – e um dos 19 grand slams que ganharia na carreira. Naquela tarde, Maria Esther começaria a merecer o apelido de “a bailarina de Wimbledon”, pela elegância em quadra. “Nunca houve campeã mais graciosa”, afirmou há pouco tempo John Barret, comentarista da BBC que acompanha todos os torneios em Londres desde 1945.


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