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Escrito por redação   

Na foto, o casamento da índia calapalo Diacuí com Ayres Câmara da Cunha, funcionário do Serviço de Proteção ao Índio.

Em 1951, o magnata das comunicações Assis Chateaubriand promoveu na revista O Cruzeiro o casamento da índia calapalo Diacuí com Ayres Câmara da Cunha, funcionário do Serviço de Proteção ao Índio. Desconsiderando o alerta de sertanistas, o empresário resolveu levar Diacuí para o Rio e realizar o casamento sob os holofotes da imprensa na igreja da Candelária, onde os pombinhos chegaram a bordo de um carro conversível. O padrinho, evidentemente, era Chatô. Meses depois, o destino provou que os sertanistas tinham razão. Diacuí morreu durante o parto em uma maternidade carioca.

 

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