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Verde da camisa verde não era o verde dos integralistas E-mail
Escrito por Rafael Capanema   

A história do primeiro cordão carnavalesco paulista.

Doze pessoas vestidas com camisas verdes, calças brancas e chapéus de palha, tocando pandeiros e chocalhos feitos com pedaços de madeira e tampinhas de garrafa de cerveja. Começou assim o Grupo Carnavalesco Barra Funda, primeiro cordão carnavalesco paulista.
Fundado por Dionísio Barbosa em 12 de março de 1914, logo adotou o nome Camisa Verde. Cresceu aos poucos: ganhou um surdo no ano seguinte e, em 1920, já reunia 60 foliões. As atividades do cordão foram interrompidas em 1939 e retomadas em 1952. Por exigência das autoridades, o grupo teve que ser rebatizado como Camisa Verde e Branco - os integrantes poderiam ser confundidos com os integralistas, que usavam camisas da mesma cor. A partir de 1968, começaram a surgir as primeiras escolas de samba paulistas, inspiradas no modelo carioca. Assim como outros cordões, a Camisa Verde e Branco virou escola, hoje uma das mais tradicionais do Carnaval paulistano.


SAIBA MAIS

Escolas de Samba de São Paulo (capital), de Wilson Rodrigues de Moraes (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 1978).

 

 

 

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