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Escrito por redação   

Até quando condecorou o cosmonauta Yuri Gagarin, Jânio Quadros não se separou de seu "pijânio".


Cabelos desalinhados e caspa sobre os ombros já eram de praxe. Mas quando assumiu a Presidência da República em 1961, Jânio Quadros inovou também no traje. Apareceu vestido com uma túnica bege que trouxera da Índia, com calça da mesma cor. Seria sua vestimenta na nova e poeirenta capital federal. Praticamente só tirava o “pijânio”, como a imprensa tratou de apelidar a roupa, quando saía de Brasília. Na recepção do cosmonauta Yuri Gagarin, retratada na foto ao lado, o presidente estava com o uniforme. Mas, apesar das más línguas, não foi por isso que o herói soviético afirmou que Brasília parecia um planeta diferente. Jânio chegou a pensar em instituir o traje como obrigatório para o funcionalismo federal, em substituição do terno e gravata. Para alívio dos mais conservadores, não levou a ideia adiante.

 

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