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Sotaques do Brasil E-mail
Escrito por Marisa Nascimento   

Os vários jeitos de se falar o português constituem uma verdadeira colcha de retalhos sonora de nosso País.

Muito se fala da diversidade do Brasil. Somos feitos por muitas influências, tradições, ritmos e cores. Dessa mistura de povos, desenvolvemos diversas variantes regionais. Cada região do País coloriu o idioma lusitano conforme os elementos locais.

Tem quem se expresse mais lentamente, outros chiam ao pronunciar o S, alguns gostam de arrastar o R, e há aqueles que marcam o seu falar com a mistura de vários sotaques.

O Almanaque apresenta, neste especial, depoimentos de oito brasileiros de diferentes regiões do Brasil. Nada melhor do que conhecer alguns sotaques nacionais através da vivência dos falantes e de suas histórias de vida.


Infância na roça
O sotaque piracicabano é evidenciado nas palavras de Noedir Sturion. Nascido em Piracicaba, interior de São Paulo, ele trabalhou como caminhoneiro, percorrendo caminhos pelo Brasil. Hoje, Noedir mora na cidade, mas pensa, com frequência, a voltar a viver no campo, que foi onde nasceu e cresceu.


Dalice Mazzetti é neta de italianos. Vive em Carazinho, cidade do interior gaúcho onde há muitos descendentes de italianos e alemães. Dalice ouvia seus familiares falando italiano quando era criança. Ela compreende o idioma, mas aprendeu a falar pouco.



Vivendo fora de casa
O fotógrafo Diego Gurgel é acreano e trabalha registrando as belas paisagens de seu estado. Diego chegou a viver uma temporada fora de sua terra natal, enquanto fazia faculdade. O retorno ao Acre é uma satisfação muito grande para o fotógrafo.


A irmã Renata Caetano vive em Avignon, cidade francesa, há dois anos. Filha de pernambucanos, ela nasceu em São Paulo. Seu sotaque revela uma grande mistura cultural.



O segredo da longevidade
Jadir Ferreira é capixaba. Seu pai tem mais de 100 anos. Pelo seu jeito tranquilo de falar, fica evidente que para se chegar longe no tempo, é preciso tranquilidade e alegria.


A cuiabana Antônia do Nascimento nasceu na capital mato-grossense em 1919. De lá pra cá, muita coisa mudou, inclusive as brincadeiras da infância. O carinho com que guarda na lembrança seus tempos de menina é refletido na sua saúde de ferro.



Aventuras na vida
Mineiro de Três Corações, José Claudio Costa já viveu poucas e boas. Imagine que ele trabalhava na construção de uma casa em Varginha, outra cidade mineira, quando um ser de outro mundo aterrissou em nosso planeta!


Não importa onde esteja. O baiano Adão Amaral sempre dedicará um momento de sua vida para a capoeira. Quando menino, Adão aprendia os gingados na rua, e não tinha medo de se machucar, ou de sofrer arranhões.

 

Comentários 

 
#5 Mariana Santos 07-10-2011 16:29
Gostei de ouvir! :)
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#4 Bárbara Vidal 03-10-2011 17:11
Incrível essa matéria, adorei! è muito gostoso ouvir e saber as características de cada cantinho do Brasil!
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#3 Lucitim 01-10-2011 21:39
Dalice , gosto muito de ouvir o italiano do interior gaucho !!!
Parabens !!!
Bela entrevista
Luciana
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#2 Karoltim 01-10-2011 21:37
Dalice , adoramos ver sua entrevista !!!
Parabens !!
Te amamos muito mamae ...
Carol
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#1 Waleska Assis 01-10-2011 18:31
Que matéria maravilhosa!
Muito interessante ouvir os sotaques brasileiros. E mais curioso ainda é saber que existem tantos outros sotaques diferentes espalhados por aqui.
Parabéns à Marisa e ao Almanaque.
Beijos
Wal Assis
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