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Orquestra Imperial inova reunindo a velha e a nova guarda E-mail
Escrito por Rafael Capanema   

Os 18 integrantes da banda une jovens talentos da música carioca a feras da velha guarda, encantando o público com sambas antigos e composição instrumental.

Iniciativa de Domenico Lancelotti, Kassin Kamal e Berna Ceppas, a banda de nome pomposo surgiu em meados de 2002 com o objetivo de resgatar as antigas orquestras de baile de gafieira. Nas noites do Rio, o repertório calcado principalmente em sambas antigos agradou o público e foi levando a Orquestra Imperial a casas cada vez maiores. Daí para apresentações em grandes cidades do Brasil e no exterior foi um pulo. Com 18 integrantes, a big band une jovens talentos da música carioca como Pedro Sá e Thalma de Freitas às feras da velha guarda Nelson Jacobina e Wilson das Neves.

No início de 2007, veio o primeiro EP, com três versões para sambas de décadas passadas e uma composição própria instrumental. Para o saboroso “disco cheio” lançado agora, Carnaval Só Ano que Vem, a Orquestra escolheu gravar somente composições inéditas dos membros da banda que, apesar da proposta, foge da sonoridade retrô. Com clima mais intimista do que as festivas apresentações do grupo, o disco entremeado por canções de ritmos variados abre com a caymmiana O Mar e o Ar e fecha com a deliciosa marchinha tropicalista Supermercado do Amor.


E mais...
Samba de Latada

Josildo Sá e Paulo Moura interpretam ótimos “sambas de latada”, adaptação nordestina do ritmo carioca com sanfona, triângulo e zabumba.

Alzira E
Em uma de suas melhores interpretações, a cantora e compositora mato-grossense do sul Alzira Espíndola alia-se ao poeta paulistano arrudA em CD inventivo.

Daqui pro Futuro

Sinal dos novos tempos: o novo trabalho do Pato Fu foi lançado primeiro na internet, depois nas lojas. Delicado, o disco enfatiza as belas melodias do grupo.
 

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