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De craque em craque, o Brasil se tornou o maior do mundo E-mail
Escrito por redação   

Nem sempre fomos o País do futebol.

Hoje somos considerados o país do futebol. Afinal, ganhamos cinco Copas do Mundo. Mas nem sempre foi assim. A nossa história vitoriosa só começou a ser escrita em 1958. Antes disso, Uruguai e Itália eram as grandes seleções do planeta, com dois títulos cada.

No Mundial da Suécia, em 1958, as coisas não estavam muito boas para o Brasil, com vitórias apertadas. Pelé e Garrincha entraram na terceira partida, e aí a coisa mudou de figura. O futebol da dupla – ao lado de outro gênio, Didi – foi espetacular. Pelé marcou seis gols, Garrincha encantou com seus dribles e o Brasil alcançou a elite do futebol mundial.

Em 1962, no Chile, Pelé se machucou logo na segunda partida. Coube a Garrincha ser o herói do bicampeonato. Já no Mundial do México, em 1970, só havia craques em campo: Pelé, Rivellino, Gérson, Tostão... E eles novamente levantaram a taça. Brasil, tricampeão.

Duas vezes mais chegamos ao topo: em 1994, graças à genialidade de Romário, e em 2002, pelo talento de Ronaldo e Rivaldo. Daqui a três anos a Copa será no Brasil. Será que outro jogador brasileiro colocará seu nome na história do futebol? Você arrisca um palpite?


Juntos, Pelé e Garrincha são invencíveis

Pelé e Garrincha jogaram 40 partidas juntos pela seleção, entre 1958 e 1966. Foram 35 vitórias do Brasil e cinco empates. O santista e o botafoguense nunca perderam jogando juntos com a amarelinha. Mas não deslumbravam os espectadores só pela invencibilidade, mas também pelo futebol encantador. “O Garrincha é um verdadeiro assombro. É um jogador que jamais vi igual”, disse o técnico da União Soviética durante a Copa de 1958. Depois da final, um zagueiro sueco afirmou: “Após o quinto gol de Pelé, eu queria era aplaudi-lo”.


Já pensou nisso?

Ouvir o locutor gritando “Gooooool do Brasil!” é muito bom, né? Agora imagina uma partida em que a mesma comemoração acontecesse a cada 25 segundos... Pois é o que ocorreria caso todos os gols que o Brasil fez em Copas saíssem num mesmo jogo. Desde o gol inaugural de Preguinho na Copa de 1930 até o último, de Robinho, em 2010, foram 210 tentos. Ou o mesmo que um a cada 25 segundos numa partida com duração de 90 minutos. A seleção brasileira de todos os tempos pode ser muito boa, mas esse goleiro imaginário seria um baita de um frangueiro.


Trava-Língua
Garrincha, driblou, dobrou, e trouxe o troféu.


Olho vivo!

Ele foi o primeiro jogador brasileiro a ser artilheiro de uma Copa do Mundo. Balançou as redes oito vezes durante o Mundial de 1938, na França. O seu apelido é igual ao nome de um chocolate muito conhecido. Sabe quem é o craque?

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O que é o que é?
O que tem no futebol, na árvore e em casa?

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