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Festa junina só tem uma vez por ano E-mail
Escrito por redação   

São muitas brincadeiras divertidas do mês de junho. Tem que aproveitar porque senão só no ano que vem.

As festas juninas são tão tradicionais quanto o Carnaval e atraem milhões de apreciadores pelo País. Todo ano é a mesma coisa: quadrilhas, rodas e brincadeiras; barracas vendendo deliciosas guloseimas, como pé de moleque, pamonha e canjica; roupas típicas; e, para alívio dos mais tímidos, o correio elegante, para demonstrar interesse pela menina (ou menino) mais interessante do baile.

A história dessa comemoração começou há muitos séculos. Os povos europeus celebravam o início da colheita com grandes festas no mês de junho. Tal qual hoje em dia, fogueiras, danças e comidas faziam parte do ritual.

O costume foi trazido pra cá pelos portugueses, com acréscimo de elementos da cultura católica. Passou-se a homenagear três santos do mês: são João, são Pedro e santo Antônio, o santo casamenteiro (sabia que muita gente põe a imagem do santo de ponta cabeça para arranjar um casamento?).

Novas maneiras de festejar entraram na roda com o passar dos anos, como as biribinhas, os perigosos balões e novos ritmos musicais. Entre eles, o forró.

Mas o mais legal são as brincadeiras. E dá-lhe a molecada tentando subir em pau de sebo, pescar peixinhos de papel fincados na areia, derrubar latinhas com uma bola e acertar argolas em pinos. A única coisa chata é que toda essa diversão só acontece mesmo nas festas juninas. Quem brincou, brincou. Quem não brincou, só no ano que vem.


O maior são João do mundo
Campina Grande, na Paraíba, se orgulha de ser anfitriã do que é considerada a maior festa de são João do mundo. Em 2008 a festança levou mais de um milhão e meio de turistas para a cidade. E atrações não faltaram. Só de trios de forró foram mais de 130! E tem para todos os gostos. Já ouviu falar de forró eletrônico? Pois lá tem.

Um dos momentos mais divertidos é a tradicional corrida de jegue, que ocorre no “jegódromo” da cidade. Os nomes dos bichinhos são uma atração à parte. No ano passado havia até um Mikael Xumaker entre os competidores… Será que o Rubinho Barrikelo chegou em segundo?


Já pensou nisso?

E se, em vez de jegues, a corrida da festa de Campina Grande fosse entre outros animais da fauna brasileira? Na certa a vencedora seria a onça pintada. O bichano cumpriria os 200 metros em apenas 10,2 segundos. O lobo-guará chegaria logo atrás, em 16 segundos.

A tartaruga gigante, pobrezinha, buscaria sua medalha de honra com a sonolenta marca de 44 minutos, numa emocionante disputa cabeça-a-cabeça com a preguiça. Caso o campeão brasileiro dos 200 metros, Claudinei Quirino, entrasse na batalha, ele chegaria em terceiro lugar, com um tempo de 19,89 segundos. Resta saber se, ao lado da onça pintada, para qual direção ele correria…


Trava-língua
Enquanto a festa bala dava, o sino badalava


O que é o que é?
Quem deve ser preso durante a festa junina?

Resposta
 

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