Banner
Literatura
Nada de Papai Noel: Bandeira acreditava em fadas E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
De noite, ele colocava chinelinhos atrás da porta do quarto.
 
Guimarães Rosa levou 37 anos para ser Guimarães Rosa E-mail
Escrito por João Rocha Rodrigues   
Aos 30 e tantos anos, o mineiro João Guimarães Rosa já havia passado por muita coisa na vida.
 
Revista de amenidades elegeu Bilac o príncipe dos poetas E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   
39 escritores elegeram Olavo Bilac como o mais talentoso dos poetas nacionais.
 
Quintana foi despejado, mas ganhou o prédio todo E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
O hotel em que morava virou uma Casa de Cultura com o seu nome.
 
Paulo Leminski E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
Cachorro Louco

Tropicalista psicodélico, cachorro louco assumido. Em 44 anos de vida desregrada, deu tempo para ser tradutor, jornalista, professor, publicitário, escritor, letrista, judoca, quase monge e, sobretudo, poeta. No monastério ou na boemia, amava estudar a palavra. Ao “educar-se na pedra filosofal da poesia concreta”, tornou-se fundamental à poesia brasileira.
 
Hilda Hilst E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   

Uma aventura obscena

Ela desafiou tanto o modelo de narrativa quanto o padrão de comportamento. Encantou homens como Drummond e Vinicius e se instalou num retiro poético na Casa do Sol. De estilo singular, fez-se pilar da literatura brasileira. Não queria ser lembrada apenas pelas poesias eróticas que escreveu na velhice. “Obsceno para mim é a miséria, a fome, a crueldade. A nossa época é obscena.”

 
Ocasião exigia esporte fino, Suassuna foi de Sport Fino E-mail
Escrito por Laís Duarte   
6 de setembro - dia do alfaiate
 
Zélia Gattai E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
Ela deu vida à memória

Por trás da esposa dedicada, braço direito de Jorge Amado, estava uma lutadora, defensora dos próprios ideais. Mais atrás – ela mesma surpreendeu-se com a descoberta, aos 63 anos –, havia a escritora. A habilidade com as letras levou Zélia a revelar todas as suas camadas e, de quebra, os contextos históricos em que viveu. Para escrever memórias, diria, só tendo memórias, oras.
 
Rachel de Queiroz E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   
Uma vida feita de palavras

Em 92 anos, ela foi romancista, cronista, jornalista, teatróloga, professora. Teve constante atuação política – ora ao lado dos comunistas, ora a favor dos militares. Quando aventaram seu nome para a Academia Brasileira de Letras, perceberam que as regras não aceitavam mulheres. Mudaram as regras.
 
Ruy Castro E-mail
Escrito por redação   

O biógrafo carioca de Caratinga

Ele costuma dizer que é tão mineiro quanto Milton Nascimento é carioca. Nasceu em Caratinga, Minas, mas sempre deu mais bola para o Rio, sua paixão. Ou obsessão. Além de enfileirar mais de 4 mil obras sobre a cidade, tem ela como cenário de quase todos os seus livros: de Chega de Saudade a Anjo Pornográfico; de Era no Tempo do Rei a O Vermelho e o Negro, sobre o Flamengo. Flamengo que, por sinal, determinou o encerramento desta entrevista. Às 19h30, pontualmente, Ruy começou a se revirar na cadeira. Era hora do apito inicial de Flamengo e Mesquita, pela Taça Rio.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 Próximo > Fim >>

Página 1 de 7