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Personalidades

Quem são eles? E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   
Seja para escapar de perseguição política, se arriscar em estilos considerados menores ou só por brincadeira, ilustres brasileiros trataram de esconder a identidade real na hora de assinar suas obras.
 
Nelson Gonçalves E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
Do gogó até a medula

Ele causou suspiros e instigou gerações com o vozeirão firme em sambas-canções carregados de emoção. Um dos mais talentosos e bem sucedidos dos nossos intérpretes era partidário da boemia e exibia uma pose de romântico incorrigível: “Eu canto aquilo que todo mundo queria dizer para as mulheres”. E assim definia a técnica perfeita: “A voz tem que vir do gogó e arrepiar tudo até a medula”.
 
Guimarães Rosa levou 37 anos para ser Guimarães Rosa E-mail
Escrito por João Rocha Rodrigues   
Aos 30 e tantos anos, o mineiro João Guimarães Rosa já havia passado por muita coisa na vida.
 
Funeral de Nabuco atrasou três meses e durou três dias E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
As homenagens tiveram que esperar três meses, porque o corpo estava a milhares de léguas de distância.
 
Toquinho convenceu o sogro com Canção pra Mônica E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
10 de março - dia do sogro
 
Revista de amenidades elegeu Bilac o príncipe dos poetas E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   
39 escritores elegeram Olavo Bilac como o mais talentoso dos poetas nacionais.
 
Arthur Nestrovski E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   

"Precisamos ser uma orquestra brasileira como nenhuma outra jamais foi."

 
Leila Diniz E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   

Toda mulher quer ser feliz

Ela passou a breve vida em busca da felicidade, mas encontrou muitos obstáculos nessa empreitada. Sua postura libertária incomodou a direita e a esquerda, num tempo em que a patrulha ideológica dava plantão 24 horas por dia. Depois da morte, tornou-se mito. “Sem discurso nem requerimento, Leila Diniz soltou as mulheres de 20 anos presas ao tronco de uma especial escravidão”, sentenciou Drummond.

 
Chico Science E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
Uma parabólica enfiada na lama

Ele comprou briga com gente graúda por uma nova visão da cultura popular. Costurou rap com repente, funk com ciranda e deu novo vigor para a pouco inspirada cena musical brasileira dos anos 1990. Com suas letras e postura artística, demonstrou que do mangue – símbolo da exclusão social pernambucana – poderia surgir a tecnologia da transformação.
 
Bernardinho E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   

"Enquanto tiver energia, estarei em quadra como treinador."

 
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