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Personalidades

Heitor dos Prazeres E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
Samba colorido

A história do menino negro, engraxate, jornaleiro e marceneiro se entrelaça com a própria evolução do samba. O universo do ritmo é o cenário de toda a vida de Heitor dos Prazeres, e ali foi personagem importante. Sensível à poesia da vida simples e da malandragem, participou da formalização do samba como cantor e compositor. Como artista plástico, não podia retratar outra realidade que não a vida e a cultura do povo. Na música e na arte, deixou sua cor.
 
João Maurício Galindo E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
"Música erudita não é mais exclusividade das elites."
 
João precisou de senador para tocar pandeiro em paz E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   
19 de setembro - dia da música popular brasileira
 
Lupicínio Rodrigues E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   
Nos sambas, pedaços de seu coração

O sambista baixinho e sedutor cunhou a expressão usada até hoje: dor de cotovelo. Vítima de amores e desamores, de paixões avassaladoras e términos arrasadores, transportou para as canções a melancolia que lhe acompanhava. “As minhas músicas são biografias das páginas mais tristes da minha vida”.
 
Juntos, Tom e Sinatra só perderam para os Beatles E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   
O cantor norte-americano ligou para Tom convidando-o a gravar um disco.
 
Laís Bodanzky E-mail
Escrito por João Rocha Rodrigues   
"Precisamos de um cinema que mostre quem somos nós."
 
Baden Powell E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   

O País num violão

Desde menino, ele impressionava gente graúda como Pixinguinha. Nem por isso deixou de estudar  violão um dia sequer na vida. Um dos principais parceiros de Vinicius de Moraes, é reverenciado entre  os maiores violonistas do mundo. Soube traduzir como ninguém as referências brasileiras para um novo sotaque de seu instrumento.

 
Leonardo Boff E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   

"O planeta Terra é o grande oprimido de hoje."

 
Telê Santana E-mail
Escrito por Bruno Hoffmann   
De fio da esperança a mestre

Por anos, ele teve de conviver com o incômodo apelido de Pé Frio. Disciplinador, fez história como jogador e treinador de clubes. Comandou uma das seleções mais encantadoras da história, ainda que derrotada na Copa do Mundo. Amante da bola, nunca abriu mão de botar em campo toda a beleza de nosso futebol.
 
Quintana foi despejado, mas ganhou o prédio todo E-mail
Escrito por Natália Pesciotta   
O hotel em que morava virou uma Casa de Cultura com o seu nome.
 
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